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Última actualização: 27 de Abril de 2013
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Património

Indíce do artigo
Património
Cultural
Religioso
Arqueológico
Todas as páginas

Natural:

  • Fauna:

As espécies mais comuns que encontramos, na área da freguesia são:

Mamíferos: raposa, coelho e lebre, lontra, gato bravo, texugo, javali...
Animais domésticos: cão, gato.
Aves e animais destinados à alimentação: galinhas, patos, perus, e muito raramente pombos, gado vacum, porcos, coelhos...

Animais destinados ao trabalho: parelhas de bois ou vacas como animais de tracção ou meio de transporte – em anos recentes, deixou de ter qualquer expressão.

Aves da região e algumas migratórias: pardal, pintassilgo, cotovia, melro, gaio, rouxinol, pombo, tordo, codorniz, corvo, perdiz, pega, rola, poupa, guarda-rios, andorinha, cuco, coruja, mocho, milhafre, etc..
Peixes: boga, barbo, truta, enguia, etc..
Répteis: sardão, lagarto, cobra, serpente.
Anfíbios: rela, rã, sapo.
Aracnídeos: aranha.
Artrópodes: centopeia e outros insectos.
  • Flora
A formação vegetal arbórea de Ossela é essencialmente constituída por pinheiros bravos e eucaliptos;

os carvalho, os sobreiro e os castanheiros, ainda se encontram na área da freguesia, embora com reduzida implantação.
Em zonas de escarpa sobre o Caima, especialmente onde o terreno fica em repouso durante mais tempo, medram matagais, sobressaindo espécies vegetais como:
o tojo, a carqueja, a giesta, o rosmaninho, o alecrim, o medronheiro etc...
Nas margens do rio e nos cursos de afluentes predominam: amieiros, salgueiros, choupos, etc...
Entre as árvores de fruto, realce para: macieiras, pereiras, laranjeiras, figueiras, cerejeiras, pessegueiros, abrunheiros...
  • Vale
Entre montes e vale do Caima desenhada.
Nesta paisagem quase serrana, recortada pelo vale do rio Caima, do ribeiro dos Salgueiros, ribeira e riachos, nada pode abalar a orgulhosa imponência das cercanias montanhosas, onde o domínio verde-escuro se roça com o límpido azul do céu.
O desejo de fixar a beleza em toda a sua dimensão, transporta-nos muito para além do que o nosso próprio olhar alcança.
  • Rio Caima

No concelho de Arouca, em Albergaria da Serra (Maciço da Serra da Freita), nasce o rio Caima, denominado na Idade Média por Camiola.

Ao chegar a esta freguesia desliza vagarosamente, enamorado da verdura dos campos que a abundância de água converte em rincões férteis.
Considerado rio piscatória por excelência, proporciona aos "aficcionados" óptimos momentos de lazer...

Afluem ao Caima, nesta terra, dois pequenos cursos de água límpida, que descem das encostas: o da Ribeira e o do Chousal...

Deixando Ossela, segue por Palmás, ainda no concelho oliveirense, e depois por Branca, Ribeira de Fráguas e Vila Maior, do concelho de Albergaria-a-Velha.
No terminus vai unir-se ao Rio Vouga, de que é afluente da margem direita.

E o rio Caima sempre tão próximo das nossas vidas...


No seu percurso, envolvido duma densa vegetação arbórea e rupícola, ao chilreio dos pássaros nas árvores, junta-se o murmurar da corrente das águas no leito que o rio Caima se encarregou de cavar durante milénios e milénios.


Em redor, apresenta-se inconfundível, nos seus espelhos de água, onde se produzem múltiplos reflexos que são verdadeiro deslumbramento para os olhos e êxtase para o espírito.

Cultural:

  • Ferreira de Castro

Ossela tem nome conhecido no mundo. E contribuiu para isso a Literatura. Honra que se deve ao facto de ter nascido a 24 de Maio de 1898, nesta terra o universal escritor Ferreira de Castro.

Filho promigénito de um casal de aldeões, constituido por José Eustáquio Ferreira de Castro e Maria Rosa Soares de Castro, deram-lhe o nome de José Maria Ferreira de Castro.

Tendo por habilitações o exame do 2º grau, e ainda na tenra idade de pouco mais de 12 anos, partiu para o Brasil. A 7 de janeiro de 1911, embarcou em Leixões com destino a Belém Pará onde se encontra um comerciante que se comprometeu com a familia a dar-lhe trabalho, dormida, sustento... Compromissoque manteve por pouco tempo.

Breves dias volvidos e livrou-se do "encargo", confiando-o à guarda de um coronel dono do Seringal PARAÍSO, na floresta amazónica, até-como disse- o menino aprendeu a ser homem.

Nesse "inferno verde", Ferreira de Castro penou longos anos não como seringueiro, por fragilidade física, mas como enpregado de armazém, posição de certo modo conseguida pela sua já desenvolta estatura intelectual.

De regresso a Belém do Pará, no ano de 1914, escreve diversos artigos para vários jornais. um deles"A Cruzada do Pará", para o qual chegou efectivamente a trabalhar, teve existência curta.

Num outro, que fundou em 1917, com o compatriota Jão Pinto Monteiro, o jornal "Portugal", fez extensas reportagens, viajou por todo o Brasil, conheceu grande êxito como jornalista e mesmo algum proveito.

Em 1919, com apenas de 21 anos, mas já conhecido dos meios literários brasileiros, resolve voltar à Pátria, com 400 escudos apenas, mas confiante que seria fácil, também aqui, conseguir sucesso nas letras.

Em 1928 publica "Emigrantes", obra que, verdadeiramente, o lançou em Portugal e no estrangeiro. Em 1930 publica "A Selva", e aí conhece momentos de verdadeira glória.


Religioso:

  • Igreja Paroquial de Ossela

A igreja Paroquial, erigida no lugar de Santo António, tem por patrono S. Pedro e veio substituir outro templo – a Igreja Velha,
situada no lugar que, actualmente, se designa por esse nome.

Apresenta arquitectura de traços direitos com inscrição dos inícios do século vinte.
É, pois, uma igreja paroquial, relativamente, moderna. Localizada no alto de uma vertente, no lugar de Sto. António, a Igreja Matriz de Ossela é dedicada a S. Pedro que é o patrono desta Paróquia.
Provavelmente, razões geográficas justificaram a transferência, em Ossela, do culto principal, do edifício situado no lugar do Chousal para o de Santo António, por este ser o lugar mais central.

Projecto do engenheiro António Ferreira de Araújo e Silva, este templo principiou a construção, iniciada em 1882 pela Junta de Freguesia, com um donativo governamental de 2.500.000 reis.
A edificação foi iniciada pelos paroquianos, com pequeno auxílio régio, as só foi possível chegar à finalização com avultados donativos do grande benemérito osselense
José Bento Pereira.
  • Igreja Velha
De entre os imóveis de interesse público merece natural realce o templo designada por Igreja Velha, com a localização no lugar também assim denominado.
Tem por patrono o mártir S. Sebastião, apresenta-se de arquitectura simples e serviu de igreja matriz até ao início do Séc. XX.
Igreja Velha - Restauro 2010
Enquadrando uma paisagem rural e agrícola, com o rio Caima ao fundo, a reflectir nas suas águas cores cambiantes do verde circundante e o tom azul celeste, a Igreja Velha apresenta-se cuidada mas modesta de decorações interiores e exteriores.

Orientada quase rigorosamente do nascente a oeste, assenta, pois, a um lado do alargamento que o rio Caima forma e na margem esquerda, no sítio chamado Chousal.
A configuração actual deriva de fases construtoras sucessivas e, ao que parece, com reaproveitamento do local onde estaria anterior o templo.

Foi concluido um restauro no inicio de 2010.

  • Capela da Senhora do Castro
Diz a lenda que no decurso de longo estio se apossou o desânimo dos agricultores e do povo em geral que futuravam miséria certa se das "torneirinhas do céu" não pingasse chuva próxima.
Crentes nos milagres da fé efectuaram concorrida romaria até ao cimo do Castro onde orando prometeram erguer capelinha se por eles a Virgem intercedesse.

De pronto as preces foram atendidas e choveu a bom chover.

Também a ermida foi construída e atrai romarias com muita gente desta e de outras freguesias...

  • Capela de S. Frutuoso (Lugar de S. Martinho)
Dá-se um mistério em Ossela
quanto à razão de invocar
S. Frutuoso na Capela
E S. Martinho no lugar!
  • Capela da Senhora da Graça (Lugar de Vermoim)

 

Mora em Vermoim
o templo da Senhora da Graça,
padroeira que daí estende a graça
devotada a Ossela inteira.

  • Capela do Senhor da Fonte (Lugar de Avelhe )
Querendo talvez suportar
menor dor na Sua fronte
o Senhor adoptou tranquilizar
perto da água da fonte
  • Capela de St.º António (Lugar de St.º António)
Santo António de Lisboa
deu nome a este lugar
onde também o S. Pedro
escolheu depois morar.
  • Capela da Senhora da Lapa (Lugar da Ribeira de Baixo)
Senhora da Lapa
protegei a terra inteira
os caminhos
a Ribeira.....
  • Cruzeiro de St.º António (Lugar de St.º António)
Ao fundo do lugar, quem desce para as Ribeiras, um pouco depois do cemitério, ergue-se um cruzeiro, de grande simplicidade arquitectónica.

 

Arqueológico:

  • Castro de Ossela
Chega-se ao Castro, caminhando por entre montes, cerca de um quarto de hora, a partir do Carvalhal, e um pouco mais se tiver ponto de partida no lugar das Baralhas. Nos anos iniciais do século passado registaram-se estudos do património arqueológico no Crasto de Ossela, com certa relevância, mas não tiveram continuidade. Na altura, fez-se um excelente trabalho, do qual, em termos públicos, restam apenas breves notícias. Durante aquelas escavações, algum material solto foi recolhido, desde machados de pedra polida, mós manuais, cerâmica, etc...
Património que hoje se encontra perdido ou disperso, parecendo-nos que o ideal seria reunir, tratar e estudar cuidadosamente o ainda disponível espólio de artefactos então encontrados Fortificação pré-romana, qual prova sem reservas, que o povoamento da actual Ossela, já por aqui se tinha organizado, desde tempos épocas bem recuadas..No intuito de melhor se defenderem das investidas dos inimigos, os povos locais de épocas pré-romanas, escolheram o morro sobranceiro ao abrupto declive escavado pelo Caima, para aí erguerem uma povoação que fortificaram com muralhas, hoje conhecida como Crasto, localidade incluída no lugar do Carvalhal. Ainda assim não culminou com o total abandono do Crasto, pois, continuou a ser habitado durante a Idade Média! Um dos principais eixos viários da época - a via Militar Romana - localizava-se nas proximidades da Ulvária, logo, a poucas milhas da actual Ossela.
  • Braceletes ou manilhas de ouro
Ao tempo da sua descoberta – em 1896, por um humilde sapateiro das Baralhas, quando procedia à abertura de alicerces mais firmes para consolidar o muro, que entretanto ruiu – deram grande "alarido" entre os locais e arqueólogos e foram justamente consideradas
importantíssimo espólio do concelho.
Referenciadas como pertença de povos ibéricos do Bronze Final, "documentam" a grande antiguidade do povoamento local.

 

 

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