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Última actualização: 27 de Abril de 2013
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História - Capitulo 2

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História
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Sabendo-se haver fortes motivos para duvidar quanto à veracidade da real existência da lápide com a inserção citada, nem por isso, deixaremos de acreditar que a freguesia de Ossela foi, de facto, cidade outrora. Em data histórica incerta, veio a perder a sua importância. Mais tarde reconstruída em vasta necrópole cristã e, a dar fé na tradição oral, igualmente teria sido mourisca, cujas portas de entrada se situavam nos lugares hoje denominados Baralhas e Portela.

À volta da sua antiguidade teceram-se muitas fantasias, algumas sem grande fundamento, como o será a da santificação do Santo Hermenegildo em 585, num castelo de que não há vestígios (anote-se todavia, que em Ossela existe um lugar chamado Mosteiro, o que nos leva em reticências...).

Do que não restam dúvidas é que, em tempos de D. Bernardo I o gotosso, aqui se travou rija batalha entre as hostes mouras, chefiadas pelo feroz Almançor, e as cristãs, comandadas pelo progenitor dos condes da Feira, D. Froiláz Vermuiz, que deixaria o seu nome ligado a um dos lugares desta freguesia actualmente denominado Vermoim. Ossela em área, uma das maiores freguesias deste concelho, mas apenas com cerca de 2.200 habitantes, Ossela confina com Vale de Cambra e estende-se pelo Vale do Caima.

Ossela evoca um importante Crasto um cobiçado vínculo com a Capela e a conhecida Casa-Museu de Ferreira de Castro: o Crasto de Ossela, onde apareceram dezasseis braceletes de ouro e onde se ergue um singela Capela já foi explorado por arqueólogos, mas está por classificar; o vinculo do chamado Mosteiro de Ossela foi instituído pelo Cavaleiro João Lourenço Buval, em 1372 e por ele dotado com o fim de lhe serem ali rezadas missas diárias por dois capelães; e a Casa-Museu Ferreira de Castro fundada na própria Casa em que nasceu o escritor Ferreira de Castro.

Por tudo isso, é uma freguesia rica de valores culturais e com uma longa história que, desde o século X, andou ligada ao Mosteiro de Paço de Sousa, depois ao de Cucujães e aos famosos Brandões do Cancioneiro, herdeiros do referido vínculo de João Buval.



 

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