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História - Capitulo 4

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História
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Capitulo 4
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Aliás, este poderá ter sido apenas um dos exemplos da difusão de oleiros – e consequentemente das técnicas e gostos da produção cerâmica – a partir daquele centro de produção beirão, que além de Ossela parece ter atingido também a localidade das Aradas (Aveiro), foco importante de louças pretas cujos artesãos, segundo um documento trazido a público por Rocha Madaíl (Madaíl 1922), teriam também origens familiares em Molelos.

Actualmente, as principais colecções de olaria de Ossela encontram-se no Museu Regional de Oliveira de Azeméis, na Casa-Museu Ferreira de Castro, daquele conselho, e na Casa Municipal de Cultura/Solar Condes de Resende, em Vila Nova de Gaia, para além de conjuntos menores que se conhecem em posse de particulares.

A notícia pioneira de Rocha Peixoto (Peixoto 1995 a) sobre a louça preta de Ossela foi ultimamente complementada por estudo monográficos (Silva 1992; Silva1996 a; Silva et. Al. 1997), que largamente servem de base a esta nota, possibilitando integrar aquele centro oleiro em levantamentos de âmbito regional mais alargado (Silva 1996; Fernandes 1997).” Por António Manuel S.P. Silva

O TESOURO DE OSSELA

O tesouro de Ossela, constituído por material exclusivamente em bronze, apresenta uma estrutura que se integra no quadro dos tesouros tardios da Gallaecia e da Lusitania, parecendo constituir aquilo que vulgarmente se conhece como um “tesouro de emergência”, isto é, reunido apressadamente com todo o numerário disponível num dado período, o entesourador reúne e selecciona criteriosamente as peças de maior valor numismático e monetário. A moeda mais antiga deste tesouro data dos inícios da Segunda metade do século III, emitida em Roma no reinado do Imperador Gallienus, sendo a mais recente do tipo SALVS REIPVBLICAE, cujas emissões devem ter terminado em 402.

Se esta moeda nos poderia fornecer uma datação post quem para o terminus do entesouramento, o que também poderia conotar a ocultação do tesouro com as invasões de Suevos e Vândalos em 409, já a inclusão da moeda do século III suscita uma problemática completamente diferente, indicando-nos que o tesouro terá sido formado numa época de grande rarefacção da moeda circulante, ocasionada pelas dificuldades de abastecimento por parte das autoridades romanas, devidas às invasões bárbaras e à subsequente alteração do quadro político-económico. Assim, nesta altura, lança-se mão de todo o tipo de moeda a que é possível ter acesso, inclusive moeda há muito fora de circulação, como seria o caso da moeda do século III, que volta a ter curso, senão legal pelo menos tolerado pelas autoridades – in Edição UI-Vária II Livro do Museu Regional de Oliveira de Azeméis (1995).



 

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